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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

CINEMA | RONALDO


Cristiano Ronaldo é de facto um nome sonante a nível mundial. Poucos são aqueles que nunca ouviram falar nesta estrela planetária, conhecida pelos seus dotes para o futebol.
Aprendi a gostar do Ronaldo nestes últimos 5/6 anos. Digo "aprender" porque via-o com um menino, que embora vindo de raízes humildes, tinha deixado a fama e o poder tomar conta de si. Talvez com o crescimento das redes sociais, a partilha de intimidades por parte das celebridades tenha sidomais elevada, o que despertou o público para um maior conhecimento do dia-a-dia das mesmas. Comigo foi assim em relação Cristiano Ronaldo. Vi a minha opinião sobre ele ser totalmente alterada. E para melhor, claro.

"Ronaldo" é o filme que retrata a vida de um pai, de um trabalhador nato e de um apaixonado exímio pela família.
Este era daqueles filmes que ansiava ver. As expectativas estavam elevadas e não saíram beliscadas. O filme esta absolutamente incrível.
É expressa neste filme a cúmplice que tem com o seu filho, Cristianinho. Não parecem cenas feitas para as câmaras. São demasiado ternurentas para se achar isso. Também se pode ver a relação que Ronaldo tem com o irmão Hugo, que do Clã Aveiro é aquele que fica sempre mais atrás das câmaras. Cristiano Ronaldo, quis também integrar o seu pai no filme, falando da problemática do álcool de que o mesmo era vitima.

É evidente no filme a capacidade, tanto a nível físico com intelectual, que o Cristiano Ronaldo tem para gerir todo o seu dia-a-dia.
Como ele o diz numa cena do filme " Há quem me ame. Há quem me odeie", e independentemente dos gostos, este é um filme que todos deviam ver uma vez na vida, pois alimenta os sonhos, e faz ver que com muito trabalho e dedicação sempre se consegue alguma coisa de bom na vida.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

CINEMA | FOCUS


Para marcar o regresso do Tchico das suas férias com os amigos, decidimos marcar uma sessão de cinema em casa. Tinha a ideia de sair de minha zona de conforto, e deixar fora das opções tudo o que fosse comédias românticas, por isso deixei a cargo dele a escolha do filme. 
Focus foi o escolhido. Com Will Smith e Margot Robbie nos papéis principais, Focus carateriza-se por ser um filme que alia o humor com todo um cenário de crime. 

Will Smith no papel de Nicky, é uma vigarista, que ganha a vida a dar grandes golpes elaborados por ele mesmo. Desde assaltos de jóias e carteiras, passando por replicação de cartões de crédito a furtos de programas informáticos sobre dados automobilísticos. Para isso conta com uma rede de pessoas que trabalham de forma sempre eficaz e discreta. Assume-se como uma pessoa que nunca perde o foco daquilo que é realmente essencial.
Já Margot Robbie, interpreta a aspirante a vigarista Jess, que comete alguns furtos mas que facilmente a deixam denunciar. Através de Nicky tenta receber algumas lições e inserir-se na sua rede. A sua beleza e o seu carisma vão ajudar Jess a alcançar os seus objetivos.

Focus deixou que soltássemos algumas gargalhadas, e só por isso já valeu a pena. É um filme que mostra o lado do crime visto por quem o comete, e como é feito. Não deixa de ser interessante ver outra perspetiva do crime. Recomendo que o vejam.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

CINEMA | THE AGE OF ADALINE (2015)


E qual seria a reação de cada um de nós se aos 29 anos misteriosamente deixássemos de envelhecer?
Pois bem, foi exatamente o que aconteceu com Adaline Bownan, quando após um acidente de aviação fica sempre com 29 anos. Tudo isto explicado por um fenômeno que segundo referência no filme, só será descoberto no ano de 2035 e que mete nomes como desfibrilador e temperatura corporal.  Um romance um tanto ao quanto muito fantasiado, mas sempre com base em factos minimamente reais.

O filme relata as décadas atravessadas por Adaline, uma vez que no ano de 2015 conta com o seus bem estimados 107 anos. De salientar que ela tem uma filha, que por esta altura já conta com uns oitenta e poucos anos e é bem mais velha que a mãe.  É giro a parte em que a filha chama mãe a Adaline, que aparenta ter idade para ser neta dela. 
Bem, ao longo dos seus 107 anos a história de Adaline é marcada por uma vida solitária e de mudanças, pois o facto de não envelhecer obrigava-a a mudar de cidade para ninguém desconfiar dela.

O que me agradou muito no filme foram todos os figurantes e cenários. Como foram retratadas várias décadas tornou-se importante diferenciar cada uma delas pelo aspeto visual tanto a nível de cenários como de pessoas/figurantes 

E se é romance, lá bem o amor e o príncipe encantado, a troca de olhares e a conversa de elevador. E é a partir desta situação que a vida de Adaline toma um novo rumo.

E mais não posso dizer,
pois deixo-vos o convite,
 para o cinema,
 o filme ir ver.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015


Não li os livros intitulados de " As Cinquenta Sombras de Grey"  e não estou empolgada para ver o filme. 
Talvez numa outra ocasião o venha a ver,  mas para já é muito histerismo à volta desta trilogia. 

domingo, 14 de setembro de 2014

CINEMA | UMAS FÉRIAS INESPERADAS


Adoro comédias românticas. Passava perfeitamente um bom par de dias a ver apenas comédias românticas. Gosto do riso envolvido com o amor. Gosto das situações inesperadas que levam aos amores, como nas comédias românticas.

"Umas Férias Inesperadas" já foi visto de madrugada, num dia em que o sono não dava sinais de existência.  Fui ver na esperança de poder ganhar algum sono e entretanto adormecer, mas a verdade é que o filme era tão bom, e daqueles que eu gosto mesmo, que me deixou rendida ao ponto de não bocejar.
Adam Sandler e Drew Barrymore, são o par romântico deste filme. Dois excelentes actores, com já vários e bons filmes no seu curriculum. E este não foi o primeiro em que contracenaram juntos. Já o haviam feito duas vezes antes com "A minha namorada tem amnésia" e "Um casamento quase perfeito". Outras duas -e boas- comédias românticas.
"Blended", o título original deste filme, mostra como aquilo que parece nunca na vida vir a funcionar, pode mesmo dar certo. 
Embora seja um filme demasiado cliché, que junta um pai e uma mãe solteiros em busca de novos amores, não me deixa desencantada. Acho que retrata a história de muitos pais e mães que depois de divórcios ou viuvez, procuram uma nova vida, não querendo nunca descuidar dos seus filhos. 

Acho que é um bom filme para juntar toda a família, a um domingo à tarde -chuvoso como o hoje- deliciando umas boas pipocas no sofá lá de casa.